Inserção de perfis biopolíticos de prefeitos e vereadores, está tornando o Livro “Araci - A Rota do poder”, mais fascinante
- Dr. Gidalti /Escreveu e disse
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(Contra-capa)

O autor da obra A Rota do Poder, apostava na ideia de que a publicação de “Histórias de vida” dos protagonistas dessa rota de 67 anos das duas casas do poder, acrescentaria ao conteúdo de seu livro, outra onda de interesse dos leitores. Afinal, de 1959 a 2028, ano que fecha o siclo do estudo e diagnóstico histórico de ações, condutas e omissões de 111 vereadores e seus 184 mandatos, 2 prefeitas e 8 prefeitos.
Nesse tempo que marca esse feito histórico, o autor vem há muito tempo persuadindo aos protagonistas dessa história, vereadores de mandato, ex-vereadores, a prefeita da hora e os ex-prefeitos que pela benignidade de Deus, estão entre nós como provas vivas de suas trajetórias.
São 13 vereadores no exercício da vereança, 2 vereadores licenciados, 34 ex-vereadores, uma prefeita no exercício do cargo, uma ex-prefeita e dois ex-prefeitos.
O autor faz questão de registrar que todos esses protagonistas da história foram alcançados com a oferta de espaço para que cada um deles possa imortalizar seus feitos como mulheres e homens públicos que foram, cada um a seu tempo.
“A história não é feita apenas de acontecimentos grandiosos, mas de pessoas que tiveram coragem de registrar seus passos, afirmar suas convicções e deixar marcas que o tempo não apaga”.

A cada biografia incorporada ao corpo deste livro, o Dr. Gidalti não apenas registra fatos: ele transcreve memórias profundas, histórias silenciadas e narrativas guardadas no íntimo de cada protagonista que compõe A Rota do Poder. São revelações que, por décadas, permaneceram ocultas — não por acaso, mas por conveniência, prudência ou medo — e que jamais seriam espontaneamente oferecidas ao povo que, ao longo dos anos, confiou-lhes o voto e o destino coletivo.
Aos protagonistas que ainda vivem, este livro estende a oportunidade rara de reconhecer, confirmar e ampliar as narrativas de cada um. Sem julgamento e sem elogio fácil. Ela se ergue como um convite à consciência histórica. Nesse espaço aberto o livro registra memória, mostra responsabilidade e forma a verdade.
O tempo da história chegou — e com ele, a chance de transformar confissões tardias em legado consciente.
“Só terá lugar na memória do mundo quem não teme colocar sua própria história no papel da existência”.











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