“84 Anos de Jephte Pinheiro” – mais que aniversário, um marco biológico
- Dr. Gidalti /Escreveu e disse
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O pastor Valmir Bento, anunciou a inserção de uma noite especial na programação sa semana que começou sábado 29 e vai até 5 de abril. "Hoje estamos celebrando os 84 anos de um dos pioneiros desta igreja. Alguem que segurou o bastão do casal de pioneiros, irmã Laura e João Moura. A irmã Hezir como a primeira alma a nascer na primitiva igreja Adventista em 1946, continuou o trabalho de sua mãe e o irmão Jephte, continuou o legado do irmão João Moura e hoje somos essa igreja com 80 anos de história.
Na plataforma o presidente Jucimar Noia líder master da Associação Bahia Central em Feira de Santana, quem proferiu a mensagem do culto de gratidão e o conjunto musical Expressão de Louvor da Igreja do Barreiro, uma das igrejas fruto do trabalho do anivbersariante.

Conheço muitas pessoas que, aos 40 ou um pouco mais, já não tem o entusiasmo de viver e partilhar sua própria história. Mas, convivo com pessoas que aos 84, ainda escrevem capítulos novos, com a com a segurança e serenidade de quem aprendeu com o tempo, que funcionam, que realizam árduas e até arriscadas tarefas e com a coragem de quem não se aposentou de si mesmo.
Sim, falei de pessoas, mas hoje estou escrevendo do professor Jefinho. Esse mano velho, porque meu cunhado, celebrou ontem seu 84º Aniversário, em seu ambiente natural, onde se destacaram esposa, filhos, genro, nora, netos, amigos e irmãos de fé.
Desde os primeiros momentos de celebração na igreja e depois durante o tempo da confraternização em sua residência, eu estava vendo e sentindo aquela recepção alegre com uma singela ceia e já “com meus botões de articulista” – delineava como vou ortografar isso?

O painel motivador que dos 80 foi se retificando: - 81, 82, 83 e ontem 84, ensaiou a crônica que ora clarifica que: “Fazer 84 anos” é registrar um marco biológico”: - Para Jefinho, o tempo passou, o calendário avançou, e a vida seguiu seu curso natural, porque como bem comentou o pastor Jucimar Noia, presidente da ABAC, em seu sermão de gratidão, “nem a última doença que o internou gravemente, conseguiu mudar seu curso”. – Para o octogenário da noite, aniversariar é apenas a contagem da soma de dias. Já “celebrar 84 anos” é um estado de presença: implica consciência, vitalidade, propósito. Não é apenas existir — é ainda participar, influenciar, sentir, construir. É quando a idade deixa de ser número e passa a ser significado.
Meu cunhado, não apenas fez 84 anos. “Fazer” idade é como estar sobrevivendo. Quem “celebra” idade está vivendo — e mais: está ativo na própria história. Fazer aniversário e registrar a quantidade de tempo; celebrar é qualidade de vida. Sim, porque viver é uma arte, mas saber viver é uma filosofia. O tempo empurra, os dias passam, e quando nos damos conta, lá estão os anos empilhados como páginas viradas sem leitura. Mas saber viver, exige mais do que fôlego: exige consciência. É escolher não apenas estar no mundo, mas dialogar com ele. É acordar não por obrigação do corpo, mas por disposição da alma. É continuar funcionando quando tantos já se contentaram em apenas existir.
Assim que, Jefinho ao celebrar ontem seus 84 anos, não apenas estava apagando velas. Estava acendendo os sentidos. Estava olhando para trás, sem a saudade que paralisa, e olhando para frente sem o medo que limita. Aos 84 anos, Jefinho comunicava uma lição: “O corpo pode até negociar com o cansaço, mas o espírito não precisa aceitar a rendição. Viver e funcionar são inevitáveis e isso significa, saber viver.

Ao pronunciar o sermão de gratidão, o pastor Jucimar, apresentou a trajetória do aniversariante e enfatizou acima de todos os ofícios como homem público e educador, sua segunda trilha como homem usado por Deus para evangelizar. “De tudo o que vem realizando e ainda fará com a graça de Deus, o irmão Jefinho, implantou mais de 7 igrejas e hoje pode também comemorar mais de uma centena de filhos na fé, aos quais levou a Palavra e por seu trabalho e fidelidade, hoje pulsa um ministério poderoso em Araci, Barreiro, Teofilândia e outros lugares” – disse o presidente Noia.













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