“Do Lameirinho ao Futuro”
- Dr. Gidalti /Escreveu e disse
- 10 de ago.
- 3 min de leitura

O acontecimento registrado no fim de tarde da última sexta-feira (7), encerra em sua narrativa, óticas que vão além da notícia ou fato social, cabendo tipos diversos de títulos impactando a rede social na internet. Mas escolhi esse título, tipificado na forma de como a imprensa sabe fazer. “Do Lameirinho ao Futuro”, - título fortíssimo, como fortes serão a memória, o contraste e a transformação de uma área, que depois daquela tarde de sexta feira, virou personagem de um passado de abandono de um lado e protagonista de educação e esperança do outro.

Tempo e data, já estão no pretérito. Mas por muito tempo, o legendário Lameirinho foi sendo denominado e conhecido como um lugar sem nome e sem destino e por ser uma área baixa, incipiente, para onde convergem águas das chuvas que escapam das encostas mais elevadas deste lado da cidade, por onde caminham esgotos à céu aberto sem destino certo, dando-lhe a aparência de um espaço urbano, condenado ao abandono, carregando marcas de gestões, que passaram sem conseguir enxergar ali uma vocação maior.
Mas o itinerário de Araci e de todas as cidades interioranas, é também feito de lugares, que um dia pareciam não servir para nada e que, pela visão de alguém, transformam-se em símbolos de uma nova época.
O que antes era visto como um problema urbano, passa a ser apresentado a partir dessa ação da gestão Keinha e Gilmara, como território de oportunidade. Onde havia água sem destino, deverá nascer e correr o conhecimento. Onde havia abandono, pretende-se plantar cuidado e proteção. Onde havia a ignorância e onde se enxergava apenas um terreno difícil, a gestão pública decidiu enxergar uma escola capaz de marcar uma geração pela educação coo ferramenta eficaz.
“O Lameirinho que por muito tempo, foi o lugar para onde corriam as águas. Agora, pode ser o lugar de onde correrá a vertente do Araci do futuro.”

É justamente naquele lugar improvável, que Araci poderá erguer seu maior projeto educacional, como foi prometido pela prefeita Keinha em seu pronunciamento oficial de LANÇAMENTO das bases do Projeto designado casualmente de Escola Tamanho K, empreendida para mudar não apenas a paisagem do lugar, mas a própria perspectiva de futuro de crianças, jovens e famílias.

Do Lameirinho à Escola da Esperança: - aonde antes chegavam as águas poluídas, agora chega o futuro e talvez seja por isso que o projeto tenha recebido o epíteto (Escola Tamanho K), à altura de sua dimensão:
O projeto é monumental e impressiona pelo porte e pelos equipamentos voltados ao esporte, cultura e aprendizado:
Detalhes do Complexo Educacional
§ Mais de 36 salas de aula espaçosas.
§ Sala de coordenação pedagógica
§ Sala de atendimento educacional especializado
§ Laboratório mute funcional
§ Laboratório de artes
§ Laboratório de informática
§ Cozinha industrial completa, com dispensa e câmara fria
§ Subestação elevada
§ Lavanderia
§ Quadra poliesportiva e quadra com grama sintética.
§ Piscina semiolímpica.
§ Auditório dimensionado para receber mais de 300 pessoas.
§ Quadra com grama sintética
§ Piscina semiolímpica
§ Auditório de 300 lugares
O investimento é superior a R$ 48 milhões e sua placa de identificação oficial declara que dentro de 24 meses, a obra será entregue em condições de ser inaugurada e entregue à população.
A Escola da Fé e da Coragem.
Fé para acreditar que é possível transformar um lugar desacreditado. Coragem para enfrentar os obstáculos, assumir a responsabilidade pela mudança e fazer aquilo que, durante anos, parecia improvável. A futura Escola, chega a representar muito mais que concreto, salas de aula, equipamentos e estrutura, ela vai – “representar a transformação de um lugar esquecido em endereço de futuro.






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