“O Caldeirão do Guinha”


Guinha de Pascoal, vereador do PDT, está no desempenho de seu quarto mandato, está vice-presidente da câmara e eleito presidente para o biênio 2023/2024, mas como vereador, assumiu a Tribuna da Casa para defender a comunidade do Caldeirão.

Primeiro o vereador falou de descasos com a educação ao citar o caso de uma escola que foi estabelecida em uma casa sem o mínimo de condições para funcionar como unidade de ensino. “Fiquei surpreso quando soube na comunidade que os técnicos da secretaria de educação aprovaram a locação da casa e deram um valor de R$ 300 para o aluguel, quando o próprio dono propôs desistir de alugar pelas condições, mesmo assim, alugaram. Tem situação ainda mais grave, como o caso de um imóvel alugado para escola na Queimada Redonda com desculpa que não podia ser alugada no Caldeirão, alegando que lá os alunos eram de 4 e 5 anos. A casa da Queimada Redonda, foi alugada por R$ 300 e ao ver o contrato de aluguel, o preço é de R$ 520, isso dá um nó na minha cabeça”, disse Guinha.

O vereador disse que a situação deplorável do imóvel o levou a pedir na secretaria a imediata suspensão das atividades escolares, mas “estive na secretaria, para saber o que estava acontecendo, e não fui atendido”. Estive detectando essa situação junto com o colega vereador Zelito da Ribeira (PDT), completou o vereador.

Guinha foi mais enérgico quando tratou da festa junina que não acontece há dois anos no Caldeirão. “Criaram uma polemica para mim dentro da regional. Fiquei sabendo que o Caldeirão estava fora da escala de festa junina esse ano por falta de recurso. A resposta dos responsáveis pelo setor de festas foi que tudo seria planejado pela equipe de eventos da secretaria e que vereador não pode se pronunciar que o vereador não pode ficar aí prometendo festa” – A equipe não definiu até o momento se terá ou não festa, enquanto isso a comunidade, culpa o vereador porque não faz nada para que a festa aconteça – disse Guinha.

O que sabemos até agora é que o povoado do Caldeirão não está no calendário de festa e as pessoas que acham na festa uma forma de ganhar mais uma renda, estão ansiosas. E enfatizou o vereador mais ainda: “Eu estive na Secretaria de Educação para falar com Mirês e com Kiko, responsáveis pelos eventos do nosso município e fiquei lá de molho mais de 3 horas esperando e tive de ir embora. E o pior: - fui zoado ainda com uma mensagem enviada por um funcionário, que “o vereador está a uma semana andando aqui na secretaria e todo mundo chalrando da cara dele. O secretário não atende, o diretor de evento não atende”.

O vereador bate forte sobre a Tribuna e diz: “Quero dizer para essas pessoas que respeite o povo do caldeirão. Se tem uma guerra política que se resolva da melhor forma, mas não coloquem nossas crianças para estudar e uma sala de aula que não tem o mínimo de condições, sem conforto e higiene, e não venham tirar a festa junina tradicional que o povo espera há mais de dois anos e finalizou: Se a prefeitura não fizer festa esse ano lá, eu vou lavar uma estrutura boa para fazer a festa deles. Nenhum secretário e nenhum diretor de evento vão humilhar o nosso povo. O povo de Araci me conhece e sabe que não fujo da luta em favor de meus irmãos. O caldeirão é orgulho de nossa gente, um povo trabalhador, um povo que não precisa de migalha de político, por isso é um povo deve ser respeitado”. Finalizou Guinha de Pascoal.



O vereador Jefinho Carneiro, que é líder do Governo na câmara, aparteou o colega e disse que tinha conversado com a prefeita sobre a situação do Caldeirão e que a festa de lá seria realizada. Faltam apenas acertos de detalhes, disse o líder Jefson.

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