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O lado “moura” do presidente

Qualquer cidadão colocado na regência de um Poder, não está livre da vontade de fazer uso de sua força e prerrogativa, mas não foi assim com o presidente vereador José Augusto ao comandar a sessão mais conflitante da história do legislativo araciense. Abriu mão de suas prerrogativas de presidente portando-se como um firme controlador dos temperamentos.

Por Gidalti Moura

sex, 27/09/2013 às 14:09

O lado "Moura" do presidente José Augusto.Na efervescente sessão que julgou a derrubada ou permanência do parecer do TCM que rejeitou as contas da ex-prefeita Nenca, ocorreram três situações que colocaram em cheque mate o equilíbrio, a postura e a força do presidente vereador José Augusto.

Qualquer cidadão colocado na regência de uma casa como é a legislativa de qualquer célula política, não está livre da vontade de fazer uso de sua força e prerrogativa. Mas não foi assim com o presidente José Augusto quando o vereador Laerto levou uma camisa de campanha do 55 e, como vesti-la era demais, a pendurou em sua mesa à vista de todos.  Depois o mesmo vereador ao declarar seu voto, chamou um colega de traidor e sem dizer o nome mostrou a foto do “incógnito” para todos. Esses dois excessos sobre o decoro da casa davam ao presidente a prerrogativa de tirar os objetos da mesa dos trabalhos e até o próprio vereador inclusive com reforço policial em caso de enfrentamento.

Sobressaiu naqueles episódios o lado “moura” do presidente José Augusto Moura de Andrade, conduzindo uma das mais tempestuosas sessões, e levando a termo um encontro entre massa e povo, fazendo manejos e artifícios permitidos pela moderna democracia para atingir os objetivos de seu grupo, sem deixar brecha para a intolerância, uma sessão que deve ficar na história do legislativo araciense.

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