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GIDALTI um candidato diferente

Araci merece conhecer um candidato diferente, firme, incorruptível, sério e que inspire confiança. Esse anseio encontra ressonância na proposta que Gidalti apresenta em sua pregação e proposta. O eleitor atento precisa conferir!

Por Gidalti Moura

ter, 06/09/2016 às 19:36

Neste pleito, Araci está tendo a oportunidade de conhecer um político diferente.

Temos de reconhecer que ainda estamos arraigados à tradição da mesmice, do continuísmo, do pensar pequeno e do egocentrismo individual e coletivo.

Nossa tradição oligárquica e cultura política estimula à falta de compromisso e premeia a mediocridade de muitos políticos de nossa terra.

Já nos acostumamos a eleger políticos comuns, sem propostas holísticas cuja maior aspiração é alcança o poder na prefeitura e na câmara. Exercer um mandato é o feito mais espetacular de suas vidas. A noção de que o mandato é um poder delegado para cuidar dos destinos de muitas vidas é um detalhe em suas conquistas.

De 1956 quando Araci elegeu oito vereadores e um prefeito que era dono dos salários deles, isso ocorreu até a quinta legislatura quando não existia oposição. Porque vereadores fariam oposição ao prefeito “pagador” de seus salários? Até que na sexta legislatura, surge a câmara dividida em dois grupos: “vereadores reeleitos do lado de seu antigo “pagador” e vereadores calouros alcançados pela Lei que instituiu o duodécimo do FPM dos municípios para pagar o salário dos vereadores”.

O prefeito Carlos Raimundo Mota, portanto, já trabalhou com uma câmara dividida no tempo em que o presidente militar Ernesto Geisel instituiu o salário dos vereadores em todo país.

De lá pra cá as câmaras se compõem de vereadores divididos em duas alas: a do prefeito que faz da tribuna um palanque para defender o prefeito e outra composta pelos vereadores que igualmente se comportam na promoção de pessoa ou grupo que deseja o poder nas próximas eleições.

A população de Araci precisa votar certo. No candidato a prefeito que seja o melhor para o município e nos candidatos a vereador que sejam “candidatos do povo”.

Nessa caminhada e busca de ocupar uma cadeira na Câmara de Araci, tenho transmitido uma mensagem que vem de encontro a tudo o que se ouve nesta eleição e consequentemente tem provocado reações adversas. Esta pregação está sintetizada em minhas duas peças de abordagem aos eleitores que busco conquistar:

“Tenho minha candidata como eleitor e cidadão e a escolha tem a ver com a coerência e lealdade a princípios partidários e digo a todos os indagadores que Nenca é minha candidata, mas eu não sou candidato dela”.

Se for agraciado pela vontade de Deus e escolha dos que entenderam minha pregação, serei um dos melhores vereadores na câmara para a prefeita ou prefeito eleito pela soberania das urnas. Prometendo lutar pela abolição dos termos “oposição e situação”.

Se a escolha da massa que decide e está pensando for acertada e Araci for governada por uma prefeita ou prefeito trabalhador, honesto, incorruptível e que respeite seu povo não haverá lugar para oposição, a menos que seu modelo de governar fuja deste perfil. Nesse caso, defender o gestor é escolher o lado da “situação” uma situação grave de promiscuidade e corrupção.

É assim que penso!

Será assim que agirei, para honra de meu nome e orgulho daqueles que escolheram ajudar o Araci a encontrar seu caminho.

GIDALTI um candidato diferente

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