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Presidente Rivaldo diz que vai endurecer o discurso pela ordem e pela ética na Câmara

Ao comentar sobre o episódio que se registrou entre dois vereadores na última sessão, o presidente enfatiza: A Câmara não pode mostrar imobilidade e fragilidade na manutenção da ordem, de seu prestígio e dos vereadores que a compõem.

Por Gidalti Moura

dom, 11/10/2015 às 19:50

Presidente Rivaldo diz que vai endurecer o discurso pela ordem e pela ética na CâmaraO presidente da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Arcai, vereador Rivaldo Góes dos Santos decidiu ser mais ágil em relação ao risco iminente de enfraquecimento do prestígio da Casa legislativa.

Diz ele: “Tenho consciência que foi colocado como representante e dirigente dos trabalhos da Câmara de Vereadores por força do Artigo 25º de seu Regimento, é também sou o fiscal de sua ordem com o dever de zelar pelo prestígio da Casa e de seus componentes”.

Ao falar sobre o episódio que se registrou entre dois vereadores na última sessão (terça 06.10), o presidente revela seu entendimento: “Entendo que na ordem regimental e constitucional, a Câmara não pode mostrar imobilidade e fragilidade na manutenção da ordem, de seu prestígio e de seus vereadores. Toda a sociedade araciense espera desta Casa da Cidadania, o respaldo aos seus direitos e suas necessidades pela força, pela competência e pela representatividade que nos foi concedida através da soberania das urnas. Aqui não somos base de governo, não somos oposição e nem somos independentes. Somos representantes da sociedade e devemos nos preocupar com o coletivo, o município e sua população”.

O presidente falou que na próxima sessão (terça 13.10) vai endurecer o discurso sob a proteção do Regimento da Casa, da Lei Orgânica e do novo Código de Ética e Decoro Parlamentar que está pronto e deverá ser apreciado e votado pelo plenário.

“Não vamos permitir que a Casa seja um campo de guerras individuais nem a tribuna seja palanque de intrigas particulares mal resolvidas entre si”. – Avisa o presidente Rivaldo.

O exercício da presidência da Câmara exige uma postura mais neutra, semelhante à de um magistrado. Isso acaba dando limites a nossa atuação como político ocupante do cargo.

Encontro-me chefe de um poder que fiscaliza o outro e minha situação politica nunca vai interferir no desempenho de meu papel, cobrar do prefeito as respostas da sociedade e mostrar o caminho da ética a todos os vereadores, até vermos atendidas as necessidades básicas, da comunidade. – enfatiza o presidente Rivaldo.

 

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