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O desassossego acabou. Aprovada a PEC que adia por 42 dias as eleições  

Com a força deste instrumento que emenda o texto constitucional, o Plenário do Senado aprovou o adiamento para os dias 15 e 29 de novembro, do primeiro e do segundo das eleições municipais deste ano.

Por Gidalti Moura

qua, 24/06/2020 às 18:54

Nenhuma outra situação vivida pela humanidade, como a resiliência à pandemia da COVID-19 e os efeitos funestos do novo Corona Vírus, serviu de lição afim de que todo ser que vive debaixo do sol, entenda que Deus usa pessoas fracas para fazer coisas grandes e para mostrar que Ele está no controle.

Somente com esse sentimento de dependência do divino, mesmo os mais fracos podem colocar o pé na estrada depois da crise e dizer “eu sou forte”.

A pandemia que desarrumou o mundo o país e nosso município, trouxe um sintoma de outra angústia para certos mortais que se sentindo fortes ou fracos, estavam se preparando para entrar na luta do chamado processo eleitoral.

A demanda do adiamento das eleições começou com propostas como, de voto facultativo nas eleições para contornar a crise. Blocos progressistas intencionavam adiar o pleito para outubro de 2022 e de quebra prorrogar os mandatos de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores por dois anos.

Havia ainda uma ala petista propondo nova data que seria 06 de dezembro e outras bases no congresso como o Cidadania sugeria locais e horários específicos de votação  para pessoas de grupos de risco em relação à Covid-19, enfim, todas estas proposituras afligiam o universo de pessoas envolvidos no processo eleitoral.

O desassossego acabou com a aprovação da Emenda à Constituição (PEC) 18/2020. Com a força deste instrumento que emenda o texto constitucional inerente à matéria, o Plenário do Senado aprovou em votação remota o adiamento para os dias 15 e 29 de novembro, do primeiro e do segundo turnos, respectivamente, das eleições municipais deste ano.

O texto aprovado nesta na terça-feira (23) foi um substitutivo do senador Weverton (PDT-MA) definindo o adiamento do pleito por 42 dias sob a justificativa da pandemia do Corona vírus que desarrumou o país e com isso foram consequentemente reajustados os prazos do calendário eleitoral.

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