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Queixas dos Guardas Municipais suscita indignação de vereadores

Falando em nome de todos, Mackeyb evocou a Lei Nº 13.022 de 8 de agosto de 2014, que dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais e disparou dizendo que a maioria dos municípios da Bahia tratam e inserem as suas Guardas Municipais como instituição de lei só Araci desconhece a lei.

Por Gidalti Moura

ter, 26/05/2015 às 21:02

Em oficio assinado por comissão constituída e assinada pelos Guardas, Fernando de Lima Martins Ferreira, Sirlânia Araújo Silva, Mackeyb Oliveira da Silva, Roque Oliveira dos Santos, Nilma Kely Silva Araújo Ramos, José Gilmar Santana de Sousa e Cosme Lima Oliveira, foi solicitado o uso da tribuna livre da Câmara na sessão desta terça feira que por deferimento do presidente recebeu o guarda Lei Nº 13.022, de 8 de agosto de 2014 que dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais.

Queixas dos Guardas Municipais suscita indignação de vereadoresFalando em nome de todos, Mackeyb evocou a Lei Nº 13.022 de 8 de agosto de 2014, que dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais e disparou dizendo que a maioria dos municípios da Bahia tratam e  inserem as suas Guardas Municipais como instituição de lei.

“Em Araci a lei não é cumprida em nenhum de seus artigos e nos sentimos abandonados”. Somos relegados à nossa própria sorte sem apoio, sem fardamento, sem equipamento, sem viaturas, não temos nem se quer uma bicicleta’, comentava o agente Mackeyb

O guarda apontou para os colegas e disse que os uniformes que estavam usando eram adquiridos com seus próprios recursos e que no caso dele recebeu um uniforme quando tomou posse após o concurso, e isso faz três anos.

Aparteado pelo vereador José Augusto que ficou admirado com a informação, lhe perguntou se foram eles que compraram os uniformes novos que ele viu e os capacetes que usavam, Mackeyb respondeu: “Os uniformes foram comprados por cada um de nós e os capacetes que usamos são emprestados de outras guardas” e completou: “Não temos capacetes nem tonfa, nossa viatura foi retirada por falta de condições e hoje não temos nem uma bicicleta para trabalhar” – disse.

Vereadores como Jefinho, Gilmara, Léo, Anastácio, ficaram perplexos e perguntaram: “Vocês já encaminharam algum pedido ao prefeito ou ao secretário sobre a situação de vocês? – “Temos uma comissão constituída, já fizemos vários pedidos, mas nunca somos ouvidos”. O secretario de segurança e a prefeitura são omissos ao texto da lei. Somos homens preparados, a guarda de Araci tem elementos que se aprimoram por conta própria, estudam, tem condições de fazer um grande trabalho, mas não somos valorizados, somos abandonados” – responde Mackeyb.

A cidade esta abandonada e temos homens qualificados para ajudar a melhorar a condição do trânsito, mas a municipalização do trânsito não avança.

Temos cinco de nossos colegas que foram a Pernambuco fazer curso de uso de armas não letais, não foram ajudados em nada e nem valorizados por isso.

Colegas foram prestigiar o companheiro escolhido.

Colegas foram prestigiar o companheiro escolhido como orador.

A vereadora Gilmara mostrou-se indignada com as informações e falou de um processo de contratação e uma empresa, deu o nome, cnpj, proprietário, e o valor de um contrato de R$ 77.796,00 até 31,12. 2015 para prestação de serviços de monitoramento eletrônico e motorizado em prédios públicos e falou que a guarda tem 56 homens pra fazer o que? Isso é triste e acima de tudo vergonhoso para nossa cidade, falou indignada a vereadora.

Os vereadores Anastácio, Léo, Rômulo e Marquinhos pediram ao presidente que trate imediatamente d constituir uma comissão para tratar de problema. “Escutei aqui alguém dizer que o guarda estava fazendo politicagem. Precisamos tratar disso com urgência senhor presidente, vamos deixar a politica para o ano que vem, A segurança é fundamental e importante, vamos cuidar disso imediatamente” – disse o vereador Marquinhos.

O vereador Léo fez uma revelação bombástica: “O senhores sabiam que foram rebaixados para a nomenclatura de “agente de segurança pública das escolas”, para poder colocar o pagamento na folha da educação”? Afinal, quem de vocês está nas ruas, quem está nas escolas, perguntou Léo.

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