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Mistério do voo MH370 da companhia Malaysia Airways imita fato ocorrido com avião brasileiro em 1979

O fato do avião que fazia o voo da Malaysia Airlines e desapareceu no sábado, 7de fevereiro, com 239 pessoas a bordo, imita sumiço de uma aeronave brasileira que despareceu em pleno ar entre Tóquio e Rio da Janeiro.

Por Do Karmo Carvalho

qua, 12/03/2014 às 14:38

O avião brasileiro até hoje nunca foi encontrado. Foto: divulgação.

O avião brasileiro até hoje nunca foi encontrado. Foto: divulgação.

O misterioso desaparecimento do voo MH370 da companhia Malaysia Airways está dando o que falar e, até o momento da publicação desta matéria, seu paradeiro continuava sendo desconhecido. Contudo, apesar de o sumiço de aeronaves ser algo bem raro, isso não significa que não existam casos que jamais foram solucionados. Aliás, um deles ocorreu em 1979 e envolveu um avião brasileiro.

O voo 967 da Varig decolou no dia 30 de janeiro do aeroporto de Narita, em Tóquio, e faria uma escala nos EUA antes de pousar em seu destino final, no Rio de Janeiro. Entre outros itens, o cargueiro — um Boeing 707-323C — transportava 153 quadros do pintor Manabu Mabe que haviam ficado em exposição no Japão e, na época, as obras foram avaliadas em US$ 1,24 milhão.

O comandante da aeronave, Gilberto Araújo da Silva, contatou a torre de controle 22 minutos após a decolagem para informar que tudo transcorria bem. Mas um segundo contato deveria ter sido realizado uma hora mais tarde, e isso nunca aconteceu. O avião simplesmente desapareceu de todos radares.

O avião da Varig desapareceu sem deixar vestígios enquanto sobrevoava o Oceano Pacífico após ter partido do Japão e, apesar das intensas buscas realizadas na área, as equipes jamais encontraram nenhum corpo, parte da fuselagem, manchas de óleo ou destroços que dessem alguma pista do que possa ter acontecido. Além do comandante, outras cinco pessoas faziam parte da tripulação.

Teorias –  Investigadores da época acreditam que o avião caiu no oceano Pacífico aproximadamente 45 minutos após a decolagem devido a uma despressurização. Uma hipótese levantada foi a de sequestro a mando de colecionadores de arte, pois a aeronave transportava obras valiosas no porão, mas nenhum dos quadros apareceu até hoje.

Entretanto, entre as teorias mais plausíveis está a de que, após o avião da Varig alcançar a altitude de cruzeiro, a despressurização da cabine teria sufocado a tripulação. Assim, eles teriam voado durante horas com o piloto automático até a aeronave ficar sem combustível e despencar em algum lugar muito distante das áreas nas quais as buscas foram conduzidas.

Assim, voo MH370 da companhia Malaysia Airways pode também entrar na história de aviões perdidos, mas ainda torcemos que as novas tecnologias de hoje encontre-o. (Fonte das Informações: Site megaurioso.com.br)

No caso do voo 967, Araújo deveria comandar a aeronave até uma escala em Los Angeles, onde a tripulação seria trocada, e onde a partir daí o avião prosseguiria para o Rio de Janeiro. Até lá, além de Araújo, viajariam o piloto Erny Peixoto Myllius, os co-pilotos Antônio Brasileiro da Silva Neto e Evan Braga Saunders e os engenheiros de voo Nicola Espósito e Severino Gusmão Araújo.

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