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Igreja Adventista – Posicionamento sobre política e eleições    

Sem estar alheia ao que ocorre ao seu redor, a Igreja Adventista do 7º Dia, contribui com o processo eleitoral de forma séria, honesta e dentro da lei. E como instituição cristã, ora e intercede pelas autoridades constituídas e eleitas pelo sufrágio eleitoral.

Por Gidalti Moura

dom, 08/11/2020 às 08:17

 

Gidalti Moura
Doutor em Psicanalise da Educação e Saúde
Jornalista, escritor, autor do livro Virando o Jogo.

No próximo domingo 15 de novembro brasileiras e brasileiros aos milhões escolherão os prefeitos e os vereadores, homens e mulheres que intervirão nos destinos de seus municípios e em parte de suas vidas.

A Igreja Adventista como instituição se manifesta a cada ano de eleição reafirma diplomas sobre “política, política partidária, voto e candidatos.

A base destes documentos revela que “a Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece das obrigações do exercício da cidadania, mas não possui nem mantém partidos políticos, não se filia a eles, tampouco repassa recursos para atividades dessa natureza”. E segue dizendo que “por adotar uma postura apartidária, respeita as autoridades constituídas, mas não participa de qualquer atividade político-partidária”.

Em seus templos, a Igreja Adventista ensina o uso consciente do voto, de sua necessidade e importância e recomenda que, na hora escolher candidatos, os adventistas do sétimo dia exerçam sua cidadania de forma criteriosa. O perfil por excelência dos candidatos deve ser um defensor de melhor qualidade de vida e saúde e propagador do modelo bíblico de família, dos valores éticos e morais, da liberdade religiosa e a separação entre Igreja e Estado.

A Igreja Adventista declara ainda que não permite que, em seus templos, ocorram reuniões com finalidades eleitorais. E isso vale tanto para candidatos quanto para partidos políticos. Não empresta uso de sua imagem e não permite que o púlpito ou seus programas oficiais da igreja sejam usados para pedir votos”.

Sem estar alheia ao que ocorre ao seu redor, a igreja contribui com o processo eleitoral de forma séria, honesta e dentro da lei e como instituição cristã, ora e intercede pelas autoridades constituídas e eleitas pelo sufrágio eleitoral.

Documento – Eleições 2020:

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