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Convenção do Democratas homologa Souto Joaci e Geddel com aval de 19 partidos.

Paulo Souto chegou ao Espaço Unique, acompanhado por Joaci Góes e Geddel Vieira Lima seus companheiros de chapa, dos prefeitos de Salvador ACM Neto e José Ronaldo de Feira de Santana e dos presidentes José Agripino Maia e José Carlos Aleluia que presidem o DEM nacional e estadual.

Por Gidalti Moura

sáb, 21/06/2014 às 15:10

Convenção do Democratas homologa Souto Joaci e Geddel com aval de 19 partidos.   Dois anos se passaram desde que o DEM encarou sua convenção para decidir a candidatura de ACM Neto a prefeito da capital baiana e toda imprensa baiana que cobriu o evento enfatizava a união de apenas cinco partidos para aquela aventura de derrubar as fortalezas do PT, PDT e seus aliados para manterem o domínio da prefeitura de Salvador.

Na quarta feira 18 de junho, no Espaço Unique, no bairro do Stiep, em Salvador o Democratas realizou sua convenção para homologar o nome de Paulo Souto como candidato ao governo da Bahia e o nome de Joaci Góes do PSDB como candidato a vice decidindo também a candidatura de Geddel Vieira Lima do PMDB como candidato a senador.

Os discursos ouvidos na convenção convergiam para o tema de construção de uma grande aliança para mudar a Bahia através da volta de Paulo Souto ao Palácio de Ondina. A expectativa de uma vitória dessa aliança se avultava com a ampliação de apenas cinco partidos na grande convenção de ACM Neto há dois anos para uma aliança com 19 agremiações que se unirão na próxima batalha dos Democratas.

Paulo Souto chegou ao Espaço Unique, acompanhado por Joaci Góes e Geddel Vieira Lima seus companheiros de chapa, dos prefeitos de Salvador ACM Neto e José Ronaldo de Feira de Santana e dos presidentes José Agripino Maia e José Carlos Aleluia que presidem o DEM nacional e estadual.

O discurso mais esperado era mesmo o de Paulo Souto que começou criticando a gestão do atual governador Jaques Wagner pela falta de ações como chefe do executivo baiano enfatizando o programa de construção de barragens na região do semiárido.

Convenção do Democratas homologa Souto Joaci e Geddel com aval de 19 partidos.   Souto fez comparações entre as obras de seu governo e citou as obras feitas nos rios Jacuípe, Paraguaçu e Itapicuru. Dirigiu duras críticas à administração do PT. “O sentimento de todos os baianos é de mudança. O PT não tem compromisso com a verdade e nem com a nossa terra. Está aí há oito anos e até hoje fala em herança maldita. Não reconhecem que são eles os principais responsáveis pela situação caótica de nosso estado.”, disse o candidato democrata.

Para Paulo Souto, hoje existem duas Bahias. “Existe a Bahia da propaganda do Governo do Estado, onde tudo é uma maravilha. E a Bahia de verdade, onde vivemos e nada vai bem.” Estamos perdendo espaço para Pernambuco, para o Ceará. Antes deles, nós éramos a 6ª economia do País, hoje caímos e temos o 8° PIB estadual. Fomos superados por Santa Catarina e pelo Distrito Federal.

Para Paulo Souto, o alinhamento do PT baiano com o governo federal trouxe mais malefícios do que benefícios para a Bahia e concluiu as críticas: “Até hoje o nosso estado é o único que ainda não teve a BR-101 duplicada. O alinhamento na Bahia só está servindo para nos transformar num estado servil, que aceita qualquer decisão do Governo Federal, mesmo que essa decisão não nos seja favorável. A impressão que fica é que a Bahia fica de joelhos, quando se trata da relação governo do Estado com governo Federal. A violência no Estado está dando lugar de destaque no noticiário nacional acima de nossas tradições, nossa cultura e nossas festas”.

O vice na chapa de Paulo Souti, Joaci Góes é ex-deputado federal do PMDB e imortal da Academia de Letras da Bahia. O candidato ao Senado Federal é Geddel Vieira Lima do PMDB, ex-ministro da Integração Nacional e ex-vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.

Geddel se pronunciou em discurso veemente e disse: “Da minha parte, eu formo um compromisso claro e vou lutar para que a Bahia seja o que nós queremos. Serei a voz do governador Paulo Souto na tribuna. Terei a coragem para fazer a reforma no Código Penal, para que bandidos não passem impune. Também não é mais possível que a reforma tributária não saia do papel”.

 

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