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Igreja Adventista do 7º Dia celebra 34 anos de emancipação

A matemática da trajetória da igreja em Araci tem marco zero no final de 1945, chegada do casal Moura e inicio de vida do terceiro filho Grênivel nascido nas terras fluminenses em 1946. Hezir, quarta criança, agora baiana de Araci, é a filha nascida no início de um novo tempo; o tempo de Deus e de seu projeto de evangelizar o Araci.

Por Gidalti Moura

dom, 04/03/2018 às 10:38

 “Pois também eu te digo que tu és Laura e sobre esta pedra edificarei no Raso a minha Igreja…”. – O plagiato deste texto escrito no verso 18 do capítulo de Mateus nas Bíblia há encontrar afeição naqueles que participaram e dos que testemunharam e ouviram dos primórdios tempos de semeadora da mensagem adventista nestas placas do Raso, nossa cidade “Mãe do Dia”, Araci de meus avós.

Na manha de ontem, sábado (03.03), o pastor Melquisedeque no meio de uma programação dedicada à celebração dos 34 anos de emancipação da igreja, falou de gratidão a Deus e de reconhecimento a alguém usado por Ele para se entregar como uma rocha e sobre ela se construir um templo, uma igreja mãe de quase 30 igrejas espalhadas em todo o município.

Foi inspirada nesse aplic literário ao verso de Mateus, que  a obra do Senhor teve início  no município de Araci quando chegou do Rio de Janeiro o casal João e Laura Moura há 73 anos.

O primeiro desafio dessa pioneira foi convencer o marinheiro João a abraçar sua nova fé. Deus estava no comando e depois de onze anos de espera, seu esposo tornou-se um adventista e mais ainda, guardador do sábado.

Na Praça da Conceição no início de 1946, Deus implantou um canteiro e passou a regar agora cinco plantas. Laura, João, sei primogênito Pável, o segundo Arôvel e Grênivel, terceiro dos cariocas que chegaram com o casal.

O canteiro tornara-se viçoso e brotaram galhos e frutos, os primeiros pioneiros que com a família Moura fazia brilhar uma nova luz na carola Araci da década de quarenta.

Foi assim, nesta forma milagrosamente simples que começou a obra do Senhor em no nosso município. Aos poucos, muitas pessoas foram aceitando a Jesus como Salvador, a mensagem do advento e do sábado como dia do descanso conforme o quarto mandamento.

Outros pioneiros se uniram a eles nessa luminosa missão. José dos Santos, primeiro batizado na nova crença. Dionizio Carvalho, seu irmão Justino, Joaquim Messias, irmão Ricardo e outros levaram juntos a tocha da nova verdade e durante quase quarenta anos, essa igreja mãe era apenas um grupo que chegou a produzir não somente novas conversos, mas levou para a ceara da obra de Deus vinte e sete obreiros entre pastores e servidores da igreja como instituição.

A matemática da trajetória da igreja em Araci tem marco zero no final de 1945, chegada do casal Moura e inicio de vida do terceiro filho Grênivel nascido nas terras fluminenses em 1946 com o nascimento da quarta criança agora baiana de Araci, Hezir, primeira filha nascida no início de um novo tempo, o tempo de Deus e de seu projeto como primeira igreja dEle em Araci.

Diferente das igrejas que hoje nascem, crescem e se emancipam de forma veloz, a igreja de Araci levou 39 anos para se emancipar como igreja organizada em 1984. Essa data foi hoje comemorada pela igreja com uma programação memorável de cânticos, orações e sermão de gratidão pelo pastor Melque na parte da manhã e à tarde a programação continuou com mais músicas, adoração e a realização da Santa Ceia, encerrando o sábado de celebração do 34º aniversário de sua emancipação,

Deus seja louvado.

Neste sábado de festa, foi introduzido um momento de oferta de gratidão para ajudar na construção do auditório, o maior e mais arrojado projeto da igreja central. Moderno e climatizado o novo espaço vai comportar 700 assentos, informou Nelson Firmo, ancião e coordenador da campanha da construção.

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