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Igreja Adventista: Admissão e investidura de novos Aventureiros

Uma menina ou um menino de seis a nove anos para um pai, mãe, irmão ou outro alguém, não é ninguém atípico ou notável, comparado às crianças da mesma idade. Mas para um Líder ou Coordenador de Clube de Aventureiros da Igreja Adventista, esses pequenos representam um recado de Deus à humanidade.

Por Gidalti Moura

sáb, 27/10/2018 às 19:27

Hoje pela manhã, estava com a esposa e meus dois filhos Neto e Zeno que são do Clube Rainbow de Desbravadores, me surpreendi com a programação. A plataforma, lugar separado para o Culto Divino, estava adornada com motivos e cores dos aventureiros e o Coordenador André Luiz Ribeiro de Oliveira da Igreja Central e Jamile Bispo Coordenadora da Igreja do Coqueiro abriram a programação dedicada a Admissão de novos membros e Investidura dos que haviam alcançado graduações regimentais do Clube.

Como escrevi na manchete da notícia, “Uma menina ou um menino de seis a nove anos para um pai, mãe, irmão ou outro alguém, não é ninguém atípico ou notável, comparado às crianças da mesma idade”. Mas para um Líder ou Coordenador de Clube de Aventureiros da Igreja Adventista, esses pequenos representam um recado de Deus à humanidade.

Ver uma cerimônia daquela, meninas e meninas de seis a nove anos, entrando garbosamente, empunhando com civismo o pavilhão nacional, o pavilhão do Estado, a bandeira do Município e as bandeiras da organização e do seu Clube, viajei ao passado épico quando foi escrito “Poesia do Século do Ouro” e nessa peça literária iluminista o Diogo Alves, súdito da coroa portuguesa e poeta deixou que fosse escrito: – ““… gritando sempre e sempre repetindo: ““… do pai Adão, a triste raça, por degraus degenera e que este mundo, piorando, envelhece “”

Eureca. Achei o “X” da questão. Em um mundo que envelhece piorando, num país que sonha amanhã 28 de outubro com uma solução para sua crise moral, social e econômica com uma arriscada eleição de segundo turno, há sempre uma saída das profundezas para as maiores alturas.

Estes presentes de Deus às mães, aos pais, aos educadores ou aos seus responsáveis, são vistos aos olhos da igreja, de seus coordenadores como um ser que acaba de superar o estágio de criancinha de colo, dependente, e avança a “passos largos” rumo à adolescência. Um ser vivo racional, curioso com o mundo, com as pessoas, consigo mesmo, ávido por saber tudo sobre as coisas que o cercam, como tudo acontece e porque funciona.

Seu filho é assim. O aventureiro é assim. Ele cobra respostas. Ele desafia seus maiorais, eles precisam de modelos, procuram um herói para se identificar com ele.

Quando vi aquela garotada feliz, sorrindo, alguns em lágrimas realizando seu sonho de ser esse “ser vivo racional, curioso com o mundo, com as pessoas, consigo mesmo, ávido por saber tudo sobre as coisas que o cercam, como tudo acontece e porque funciona”, disse pra mim mesmo e escrevi sem nenhum caractere no meu coração: A humanidade tem jeito!

Foi um momento apoteótico. O de Aventureiros Arquitetos da Natureza da Igreja Central do Distrito do Coqueiro e o Clube Arca Kids da Igreja Central do Distrito Central em Araci, se uniram nessa programação de Admissão de novos membros em seus clubes e de Investiduras. Na admissão o símbolo era a colocação do lenço em cada aventureiro calouro e as investiduras eram outorga de (pinks) distintivos de classes satisfeitas ao longo de suas vidas como aventureiros e alguns, mais graduados receberam suas faixas que é um imitado panteão onde se aplicam as marcas das especialidades realizadas.

A mensagem da manhã foi ministrada do púlpito por um pregador convidado o acadêmico Jean que é um dos líderes da Igreja vizinha de Teofilândia. Jean fez sua predica com base no verso 06 do capítulo 22 de Provérbios de Salomão e sua máxima é: “Instrui o menino no caminho em que deve andar e quando envelhecer não se desviará dele”.

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