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Feira de Santana abriga pela segunda vez o Campori de Desbravadores da ABAC

Termina hoje um evento marcante entre os que se realizam no Parque de Exposições João Martins da Silva. Cerca de 3.800 participantes povoaram o parque fechado para esse campori de mais de 3.000 Desbravadores.

Por Gidalti Moura

dom, 17/11/2019 às 17:33

Organizados em alas de barracas separadas por ruas e avenidas, 81 Clubes de Desbravadores de 35 cidades do território da Associação Bahia Central (ABAC), os mais de 3.000 desbravadores transformaram o Parque de Exposições João Martins da Silva de Feira de Santana numa pequena cidade agitada com muitas atividades de toda ordem. Atrações, evoluções de clubes, gincanas, serviços comunitários, palestras, áreas para alimentação, comércio de produtos de uso e consumo dos desbravadores e ate a instalação de uma Rádio que orientava e divertia a população da chamada cidade do Campori.

A abertura apoteótica foi depois da chagada de todos os clubes e caravanas no por do sol da sexta feira (15) com a apresentação da fanfarra do Exército do 35º Batalhão de Infantaria e da Cavalaria da Polícia Militar, além da presença de autoridades municipais e da Igreja Adventista como instituição na região.

A banda da Igreja Central de Araci fazia a arena cantar…

Com disse o pastor Orleando Júnior, este que é a quarta versão de camporis da ABAC, trazia o tema motivador “Escolhidos”. Como disse, “uma mensagem para que os jovens e juvenis desbravadores entenda que todos têm uma missão como escolhidos por Deus para um grande propósito aqui na terra. Esse campori que hoje se realiza serve de preparação para os desbravadores para também engajarem no camporí que é realizado a cada a cada quatro anos em nível de União que envolve os estados de Bahia e Sergipe. Também alguns sonham também es se prepararem para o grande evento mundial dos desbravadores que se realizará em 2022 na cidade de Oshkosh nos EUA.

A primeira edição do Campori de Desbravadores da Associação Bahia Central se realizou em 2007 na cidade de Cachoeira, no campus da Faculdade Adventista da Bahia (FADBA) e seguindo a praxe da instituição a cada quatro anos acontece os camporis, assim a segunda edição foi em 2011, no Parque de Exposições de Feira de Santana. A terceira edição aconteceu na cidade de Paulo Afonso. E agora em sua quarta edição, mais uma vez, o evento volta a ser realizado no município de Feira de Santana.

Preparação do melhor do dia na cozinha do Rainbow

O rango estava pra lá de bom, garante o líder Vicente.

O parque João Martins da Silva foi transformado numa cidade de mais de mil barracas abrigava uma população de mais de 3.700 pessoas tinha uma ala entre os galpões com diversas cozinhas instaladas por cada clube de onde saiam a alimentação que segundo membros da coordenação deveriam estar manipulando em torno de quinze toneladas de alimentos nos dias do evento aberto desde a quinta feira e se encerrando no domingo.

Falando sobre o evento, o pastor Daniel Weber Thomas, presidente da ABAC, disse que a realização do campori a cada quatro anos, contribui com o aprimoramento da capacidade dos adolescentes e jovens promovendo a educação cultural e o desenvolvimento físico.

O pastor Weber foi também um desbravador e hoje se sente um deles embora investido em nível superior como é também o caso do líder pastor Orleando na Associação Bahia Central.

De olho nos “portais” mais atraentes do campori as lentes do “Portalfolha” registrou os seis melhores na avaliação do repórter:

 

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