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Araci não foge à luta e sai às ruas em apoio à paralisação dos caminhoneiros

Com fim dos bloqueios nas estradas, os caminhoneiros continuam parados nos postos de gasolina das cidades às margens de BR que corta as cidades. A população de Araci se uniu em apoio à luta deles e carros e gente entraram na cidade que foi tomada pelos caminhões num, movimento nunca visto.(fotosportalfolha)

Por Gidalti Moura

dom, 27/05/2018 às 19:57

O convite ao movimento que abraçou os caminhoneiros parados às margens da BR 116 que corta a cidade de Araci explodiu nas redes sociais por iniciativa de Bruno Luiz um fotógrafo profissional e internauta de muitos seguidores.

A ideia de se manifestar em apoio à luta destes chamados “provedores” de bens de consumo para todo mundo sensibilizou centenas de pessoas a se unirem a Bruno Luiz e se juntaram para formarem uma corrente de carretas, caminhões automóveis, motos e formando uma grande carreata invadiram as ruas da cidade.

Motoristas que apenas passavam nesta emergente cidade Mãe do Dia, se manifestaram em cima de um trio e com sotaques de outras terras, agradeciam à solidariedade de um povo solidário e fazedor de amigos.

Pelas ruas todos ostentavam bandeiras do Brasil, bandeiras de Araci e cantavam o Hino Nacional numa só voz formando um grito que nunca será esquecido por estes caminhoneiros passantes. “Caminhoneiros do Brasil, vereis que o povo de Araci não foge à luta!” – Esse grito solidário ecoava em cantoria, buzinas a ar das carretas, apitos de carros e motos e os barulhos dos motores, alguns queimando o último litro de combustível disponível. A carreata reuniu caminhoneiros que estavam parados na BR, caminhoneiros da cidade, taxistas, mototaxistas, empresários, pessoas de diversas classes podia ser identificadas apoiando a passeata. Gente misturada como pessoas, sem cargo ou função pública, tendências de qualquer natureza. A união era de força humana e o sentimento era um só: “Ninguém aguenta mais o desabastecimento de produtos, frutas, verduras, legumes, laticínios, carnes e remédios que dura mais de sete dias com a paralização dos caminhoneiros que como trabalhadores e provedores destes víveres, pedem a redução do preço do óleo diesel”.

Mesmo com parte da população apoiando a greve Araci como município teme que alimentos faltem na cidade. E como acontece em todas as cidades, aqui também os moradores anteciparam as compras de suprimentos alimentícios e alguns estocam combustível. Ainda não há registros de que mercados da cidade restrinjam a quantidade de compra de determinados produtos por cliente, mas toda população vive essa possibilidade se durar mais tempo essa crise,

Empresários como gente no meio da gente…

Homens de função pública como povo que sofre…..

Profissionais de saúde como todos mundo…

Homens de cargo eletivo apoiando como trabalhador…

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