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Psicóloga Gilma Reis fala de Logoterapia na Tribuna Livre da Câmara

Como a Logoterapia, gênero de abordagem psicoterapêutica desenvolvida pelo psiquiatra Viktor Frankl, pode ajudar a juventude a encontrar sentido de vida foi a temática da psicóloga Gilma Reis na Tribuna Livre da Câmara de Vereadores de Araci, nesta sessão de terça-feira (22).

Por Gidalti Moura

ter, 26/04/2022 às 15:21

“Atualmente vivemos em uma época de falta de sentido e de absoluto significado. Uma época de declínio e perda das tradições e de abandono dos mandamentos da lei de Deus.” – Com essa premissa, a psicóloga Gilma, iniciou sua fala na Tribuna Livre da Câmara, falando de como a Logoterapia, gênero de abordagem psicoterapêutica desenvolvida pelo psiquiatra Viktor Frankl, pode ajudar a juventude a encontrar sentido de vida.

Os indivíduos modernos desprezam qualquer situação que exija sacrifício e dedicação a uma árdua tarefa, por isso temos como efeitos colaterais o vácuo existencial, considerada de síndrome de neurose noogênica. As neuroses noogênicas surgem de problemas existenciais; entre estes, a frustração da vontade de sentido desempenha papel central e segundo o psiquiatra citado por Gilma, a terapia apropriada e adequada nesses casos é a Logoterapia, considerando que se trata de uma intervenção terapêutica que ousa penetrar na dimensão especificamente humana, segundo Frankl.

A psicóloga argumentou que a sociedade atual vende ilusões e a juventude carece de mais atenção, orientação e cuidados que possam ajudá-la a encontrar resposta para suas inquietações e salientou o papel dos pais, educadores, poder público e líderes religiosos, nesse processo educativo?

Gilma citou wolfgnag Brezinka e do princípio descrito em seu livro onde ele que “hoje mais do que nunca, a maioria dos pais dependem deles próprios para a decisão sobre os objetivos educacionais para seus filhos”, pois estes vivem grandemente independentes de vínculos preestabelecidos com a família extensa, como vizinhança, comunidade, classe social, corporação profissional, igreja e Estado”. – “Dentro dessa observação do autor, podemos observar que os pais relativamente estão livres de controles morais por parte dos detentores da autoridade amplamente reconhecidos, dessa maneira vivem afastados das tradições obrigatórias quanto a interpretação do mundo e ao modo de viver, nos quais se incluem os objetivos educacionais básicos para educarem seus filhos” – acrescentou Gilma.

Disse mais a psicóloga: – O poder público tem o dever de oferecer políticas públicas para os Jovens e que através delas, eles visualizem possibilidades de crescimento e instituir escolas mais eficientes com efeito a contribuir com a construção com eficácia o seu projeto de vida. E foi mais além: “O papel da educação passa também pelo ensinamento da espiritualidade, da religião e da obediência aos mandamentos de Deus, como princípios princípio universal na transmissão dos valores éticos e Morais, para que os Jovens tenham a religião com um grande instrumento de ligação com Deus através de um templo e de uma tradição.

Gilma antes de deixar a tribuna, concitou aos vereadores a se engajarem numa missão de ajudar a juventude em suas buscas em torno dela mesma como uma geração, e principalmente como cada jovem isoladamente, ao escolher a qualidade de vida, a profissão e carreira e seu lugar na sociedade. Por fim deixou uma proposta de: Formação uma comissão para tomar providências em relação as necessidades da juventude;

  • Convocar a sociedade civil e o poder público para que juntos busquemos uma saída para a situação;
  • Destinação de recursos para as propostas;
  • Inserir a proposta da logo terapia nas escolas;
  • Apropriação de projetos artísticos, socioeducativos entre outros;
  •  Realização de projetos itinerantes que possam alcançar a maioria dos jovens da Sede e Zona Rural do município.

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