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Jovens pedem socorro para a Praça de Esporte Maria Pinho

Uma meia dúzia de jovens que jogam o tradicional “baba” ou outras […]

Por Do Karmo Carvalho

sáb, 07/05/2011 às 21:42

Das grades restam apenas as estruturas de tubos, mesmo assim no chão.

Uma meia dúzia de jovens que jogam o tradicional “baba” ou outras modalidades de esporte na Praça de Esporte Maria Pinho, procuraram o repórter do Folha para reivindicarem a situação em que a área de lazer e de esporte da praça se encontra. A situação deixa os jovens atletas constrangidos e prejudicados em seus momentos esportivos.

A trave no chão é levantada pelos garotos quando chegam para jogar bola

Junto com os garotos a nossa reportagem visitou as instalações que estão inutilizáveis.  As traves da quadra de areia não ficam mais em pé e as pedras portuguesas que pavimenta as calçadas estão desaparecendo e abrindo crateras.  As grades que cercam as quadras não existem mais, as estruturas de outras modalidades esportivas como o vôlei e o basquete estão inativos há muito tempo, o mato e o lixo, jogados pelos moradores, toma conta dos cantos e dos canteiros. “Não temos como praticar nossas atividades físicas ou jogar bola porque a estrutura geral das quadras não oferecem mais isso” – conta o jovem Filipe Santos quando mostrava uma cisterna desativada que mesmo na altura de 50 centímetros do chão oferece risco aos usuários porque não tem tampa e nenhuma proteção que possa coibir a curiosidade da alguma criança. “Traz muito perigo essa cisterna porque ela está próxima de uma escola,  relata Filipe.

A Prefeitura informou que a situação das áreas de esporte da Praça Maria Pinho já é objeto de um projeto que tramita no ministério de esporte e que está sendo aguardada uma visita técnica para estudo da viabilização do projeto pela caixa econômica no local. O contrato do projeto que está orçado em R$ 97.500 (noventa e sete mil e quinhentos reais) é de número 0336087-40/2010.

Por: Do Karmo Carvalho

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