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Vendas pela internet garantem ampla divulgação a baixo custo para atrair cliente.

Regalia restrita somente aos mais abastados financeiramente no passado, a internet está […]

Por Luis Gustavo

dom, 14/11/2010 às 12:42

Regalia restrita somente aos mais abastados financeiramente no passado, a internet está conquistando um espaço cativo nos lares brasileiros. E seu uso não se limita apenas a bate-papos e entretenimento, a ferramenta está sendo cada vez mais usada para pesquisar preços e fazer compras online. Então que tal aproveitar a boa maré para faturar na web? A proposta vem na hora certa, uma vez que o número de usuários este ano chegou a 51,8 milhões de pessoas em outubro (dentre os que acessam no trabalho ou em casa), com um aumento de 11% com relação ao mesmo período de 2009.

Primeira floricultura virtual da América Latina, a Net Flores garante que o crescimento da empresa acompanha o crescimento da internet. “No último ano, seguimos a média de crescimento do comércio eletrônico no Brasil, na faixa de 30%”, revela o proprietário Carlos Eduardo Ferreiro.

As boas notícias vão mais além: de acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, as vendas devem crescer 40% até o Natal, com faturamento de R$ 3,3 bi no último trimestre e a movimentação de R$ 15 bi em 2010.

Comece já – Para criar um site ou mesmo montar uma loja virtual, o ideal é contratar profissionais especializados. De acordo com o webdesigner Daniel Bestetti, são basicamente quatro etapas: “Primeiro faço uma reunião com o cliente para descobrir o que ele precisa. Depois recolhemos material como fotos e panfletos para fazer o layout. Por último, monto o site e coloco no ar”, explica o profissional.
De acordo com o dono da empresa Angulare Produção Web, Rodrigo Jerry, o preço pode variar entre R$ 1,5 mil para sites institucionais básicos até R$ 35 mil dependendo da necessidade do cliente. “Não é só o design, também é preciso ter noções de finanças e marketing, por exemplo”, pondera.

Maior visibilidade – Novidade do momento para os internautas de plantão, os sites de compras coletivas também aparecem como oportunidades para divulgar os negócios e atrair novos clientes. Segundo o Ibope Nielsen Online, os usuários atingiram 5,6 milhões em setembro, com um crescimento de 231% em três meses.

Atenta aos movimentos do mercado, a fisioterapeuta Jane Maria Santos resolveu cadastrar uma promoção da sua clínica em Salvador, a JM Fisioestética, em um site de compras coletivas há um mês e conseguiu 78 clientes em dois dias. “Consegui divulgar a empresa sem custo, em um veículo seguro e com retorno garantido”, garante.

Para usufruir dos benefícios, os empresários devem entrar em contato com os responsáveis pelos sites e cadastrar uma promoção, delimitando um número mínimo de pessoas que devem finalizar a compra para concretizar o valor ofertado. “Cerca de 30% do valor de cada pacote vendido fica com o site”, avisa Jane, afirmando que, como os preços dos serviços acabam sendo baixos, muitas vezes não trazem lucros, mas é possível agregar outros serviços aos valores pagos inicialmente pelos clientes. “Todos indicaram pelo menos um amigo”, comemora Jane.

Alternativas – Outras opções para faturar na internet são os sites conhecidos como “classificados”, onde os anunciantes pagam uma taxa para divulgar seus produtos. Com a criação da página Stand Imobiliário , o estudante Rodrigo Vedovato prevê o faturamento de R$ 5 mil nos próximos dois meses. “O nosso diferencial é que os anunciantes não pagam taxa em cima das vendas, mas em cima de ferramentas disponibilizadas, como a comunicação com os interessados através de mensagens de texto via web”, diz.

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