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40% dos domicílios baianos possuem computadores .

Pesquisa para trabalhos escolares, um mundo de entretenimento digital e serviços, que […]

Por Luis Gustavo

dom, 21/11/2010 às 13:18 - atualizado em 23/12/2010 23:59

Pesquisa para trabalhos escolares, um mundo de entretenimento digital e serviços, que vão da movimentação bancária à marcação de consultas médicas. Os computadores já estão presentes em pelo menos uma em cada três residências brasileiras. Nas casas da Região Metropolitana de Salvador, a presença dos computadores beira os 40%, de acordo com números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). E em muitas delas um terminal apenas é pouco

O típico lar de classe média, onde a funcionária pública Marta Vieira de Mello, 43 anos, vive com o marido, dois filhos e o sobrinho, é um bom exemplo da mudança social em curso. A compra do primeiro computador para a família faz tanto tempo que ninguém consegue lembrar quando foi que aconteceu. “A gente conseguia viver bem com um só”, lembra Marta. “Tinha fila às vezes, mas dava para dividir”, reconhece.

O problema é que hoje faz-se de tudo com o computador. Na casa de Marta, as atualizações na máquina acontecem com uma certa frequência. “Principalmente a memória, estamos sempre tendo que mudar porque os meninos usam muito para ouvir músicas”, explica.

Em 2009, os computadores de mesa mantiveram-se na liderança das vendas no Brasil, respondendo por 57% das vendas, mas os notebooks e netbooks, que já têm 43% do mercado, ganham espaço na preferência do consumidor. Esse movimento é apontado no Panorama Econômico 2010 da Associação Brasileira de Equipamentos Eletrônicos (Abnee), que mostra os notebooks com uma taxa de crescimento de 270% entre 2007 e 2009.

De acordo com a pesquisa Brazil Quarterly PC Tracker, do segundo trimestre de 2010, realizada pela consultoria IDC, os notebooks já superaram os computadores de mesa em vendas no segundo semestre deste ano.

A grande diferença de preços que mantinha os notebooks como um sonho distante da população caiu bastante nos últimos anos. Essa diferença já foi um obstáculo para a aquisição dos tradicionais computadores de mesa. “Hoje a aquisição de um modelo básico, para uso doméstico, pode ser feita com um investimento médio de R$ 900”, afirma o técnico em informática Carlos Eduardo Barros.

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